De Tiago Ramos a 8 de Março de 2010 às 03:51
A realização de Lone Scherfig não tem pretensões a elevar-se a um drama poderoso. Subverte esse mesmo conceito de dramatização, em raras alturas demonstrando um crescendo de tensão e envolvência. Apoia-se em clichés do género, mas não soa a pretensioso e é precisamente essa naturalidade e realismo com que aborda a história que lhe permitiu alcançar o estrelato.


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